Projeto de Decreto Legislativo nº 14 de 2026
Identificação Básica
Tipo de Matéria Legislativa
Projeto de Decreto Legislativo
Ano
2026
Número
14
Data de Apresentação
28/04/2026
Número do Protocolo
Tipo de Apresentação
Escrita
Texto Original
Numeração
Outras Informações
Apelido
Dias Prazo
Matéria Polêmica?
Não
Objeto
Regime Tramitação
Ordinário
Em Tramitação?
Não
Data Fim Prazo
Data de Publicação
É Complementar?
Não
Origem Externa
Tipo
Número
Ano
Local de Origem
Data
Dados Textuais
Ementa
Concede o Título de Cidadão Carpinense ao Senhor Eduardo Fenelon de Barros e dá outras providências.
Indexação
Observação
Eduardo Fenelon de Barros nasceu em 30 de agosto de 1960, na cidade de Goiana, em Pernambuco, em sua residência localizada na Rua das Quintas. É o sétimo filho de oito irmãos, filho de Henrique Fenelon de Barros, herói da Segunda Guerra Mundial, e de Maria José de Barros, carinhosamente conhecida como Dona Lia.
Conhecido como “Ado” em sua terra natal, sempre demonstrou uma forte vocação para o comércio. Desde muito jovem, não tinha grande afinidade com os estudos — como seu pai costumava dizer —, mas compensava com um espírito trabalhador e determinado que o acompanharia por toda a vida.
Foi na mesma rua onde cresceu que conheceu sua primeira esposa, Risomar. O relacionamento enfrentou resistência por parte do sogro, mas o amor prevaleceu. Casaram-se no dia 24 de maio de 1986, e dessa união nasceram dois filhos: Thiago e Thaiane.
Entre 1993 e 1998, Eduardo e Risomar estiveram à frente do restaurante do Albuquerque Pneus. Posteriormente, foram transferidos para Carpina, onde iniciaram uma nova fase. Na cidade, construíram uma vida estável: Eduardo conquistava os clientes com seu carisma e habilidade no atendimento, enquanto Risomar cuidava dos funcionários e da cozinha, sendo reconhecida pelas deliciosas comidas e sobremesas.
No entanto, no início de 2001, uma grande tragédia mudou o rumo da família. Durante o trajeto entre Carpina e Goiana, sofreram um grave acidente de carro. Três dias depois, Risomar faleceu. Eduardo, ainda muito jovem, precisou enfrentar a dor da perda enquanto assumia sozinho a responsabilidade de criar os filhos e manter o restaurante.
Mesmo diante da dor, encontrou forças para recomeçar. Renomeou o restaurante como “Riso do Mar”, em homenagem à sua esposa, mantendo viva sua memória.
Em 2002, conheceu Priscilla, uma jovem batalhadora. A união se concretizou em 2004, quando ela já estava mais madura. Priscilla tornou-se uma grande parceira, ajudando Eduardo tanto no negócio quanto na criação da família. Dessa união nasceram Maria Eduarda e Maria Clara. Em 2008, o casal enfrentou também a dor de uma perda gestacional, lembrada com carinho e respeito até hoje.
Ao longo dos anos, Eduardo construiu fortes laços de amizade com os moradores de Carpina, sendo admirado por sua simpatia e simplicidade. A trajetória, no entanto, continuou exigindo resiliência. Em 2007, precisaram deixar o ponto do Albuquerque Pneus e recomeçaram mais uma vez, desta vez em uma lanchonete pertencente ao hoje vice-prefeito, conhecida como Dedé Lanches, que ficou carinhosamente chamada de “Dudu Lanches”. Nesse período, trabalharam intensamente, praticamente 24 horas por dia.
Com muito esforço e dedicação, conquistaram um novo ponto. Inicialmente chamado de “Ponto G”, o estabelecimento foi crescendo aos poucos, conquistando uma clientela fiel e se destacando pela culinária regional. Com o tempo, passou a se chamar “Estação Dona Benta”, tornando-se um grande sucesso em toda a região de Carpina.
Entretanto, mais um desafio surgiu: devido a questões legais envolvendo a marca “Dona Benta”, o restaurante precisou mudar de nome. Assim, passou a se chamar “Panela do Sítio”, mantendo, porém, a mesma essência, qualidade e carinho que sempre marcaram sua história.
A trajetória de Eduardo Fenelon de Barros é marcada por trabalho, superação, perdas e recomeços. Um exemplo de perseverança e amor à família, construído com dedicação diária e um espírito incansável de seguir em frente.
Conhecido como “Ado” em sua terra natal, sempre demonstrou uma forte vocação para o comércio. Desde muito jovem, não tinha grande afinidade com os estudos — como seu pai costumava dizer —, mas compensava com um espírito trabalhador e determinado que o acompanharia por toda a vida.
Foi na mesma rua onde cresceu que conheceu sua primeira esposa, Risomar. O relacionamento enfrentou resistência por parte do sogro, mas o amor prevaleceu. Casaram-se no dia 24 de maio de 1986, e dessa união nasceram dois filhos: Thiago e Thaiane.
Entre 1993 e 1998, Eduardo e Risomar estiveram à frente do restaurante do Albuquerque Pneus. Posteriormente, foram transferidos para Carpina, onde iniciaram uma nova fase. Na cidade, construíram uma vida estável: Eduardo conquistava os clientes com seu carisma e habilidade no atendimento, enquanto Risomar cuidava dos funcionários e da cozinha, sendo reconhecida pelas deliciosas comidas e sobremesas.
No entanto, no início de 2001, uma grande tragédia mudou o rumo da família. Durante o trajeto entre Carpina e Goiana, sofreram um grave acidente de carro. Três dias depois, Risomar faleceu. Eduardo, ainda muito jovem, precisou enfrentar a dor da perda enquanto assumia sozinho a responsabilidade de criar os filhos e manter o restaurante.
Mesmo diante da dor, encontrou forças para recomeçar. Renomeou o restaurante como “Riso do Mar”, em homenagem à sua esposa, mantendo viva sua memória.
Em 2002, conheceu Priscilla, uma jovem batalhadora. A união se concretizou em 2004, quando ela já estava mais madura. Priscilla tornou-se uma grande parceira, ajudando Eduardo tanto no negócio quanto na criação da família. Dessa união nasceram Maria Eduarda e Maria Clara. Em 2008, o casal enfrentou também a dor de uma perda gestacional, lembrada com carinho e respeito até hoje.
Ao longo dos anos, Eduardo construiu fortes laços de amizade com os moradores de Carpina, sendo admirado por sua simpatia e simplicidade. A trajetória, no entanto, continuou exigindo resiliência. Em 2007, precisaram deixar o ponto do Albuquerque Pneus e recomeçaram mais uma vez, desta vez em uma lanchonete pertencente ao hoje vice-prefeito, conhecida como Dedé Lanches, que ficou carinhosamente chamada de “Dudu Lanches”. Nesse período, trabalharam intensamente, praticamente 24 horas por dia.
Com muito esforço e dedicação, conquistaram um novo ponto. Inicialmente chamado de “Ponto G”, o estabelecimento foi crescendo aos poucos, conquistando uma clientela fiel e se destacando pela culinária regional. Com o tempo, passou a se chamar “Estação Dona Benta”, tornando-se um grande sucesso em toda a região de Carpina.
Entretanto, mais um desafio surgiu: devido a questões legais envolvendo a marca “Dona Benta”, o restaurante precisou mudar de nome. Assim, passou a se chamar “Panela do Sítio”, mantendo, porém, a mesma essência, qualidade e carinho que sempre marcaram sua história.
A trajetória de Eduardo Fenelon de Barros é marcada por trabalho, superação, perdas e recomeços. Um exemplo de perseverança e amor à família, construído com dedicação diária e um espírito incansável de seguir em frente.